Armando Monteiro ironiza críticas de prefeito e diz que Geraldo Julio "não tem treino"

Da Rádio Jornal
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Publicado em 23/05/2014 às 11:30
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debatee Após críticas do prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), o senador e pré-candidato ao Governo de Pernambuco pelo PTB, Armando Monteiro Neto, disse que não faz política "como eles": "Não desconstuo o governo Eduardo Campos porque eu fiz parte dele. Eu não faço o que eles fazem com Dilma", disse. As críticas ferrenhas feitas pelo prefeito são um reflexo de despreparo político, disse o senador. "Nosso Geraldinho ainda não tem treino para o debate político. Eu apoiei o nosso Geraldo, mas ele não tem treino, ele vem mal para o debate", criticou. Em inauguração na comunidade de Roda de Fogo, na Zona Oeste do Recife, Geraldo Julio disse que a campanha do pré-candidato Armando Monteiro é baseada em duas mentiras e uma omissão. LEIA MAIS Geraldo Julio diz que campanha de Armando Monteiro é baseada em mentiras Em entrevista de uma hora à JC News com Aldo Vilela, o senador falou sobre propostas de governo, a situação dos presídios em Pernambuco, a visita do ex-presidente Lula a Pernambuco, que deve acontecer ainda antes da Copa do Mundo, e o projeto Novo Recife, que volta a ser tema na cidade após início da derrubada dos galpões do Cais José Estelita e suspensão da demolição depois de solicitação do Instituto do Patrimônio Histórico Artístico e Cultural (Iphan). Para Armando Monteiro, a organização dos movimentos sociais contra o Novo Recife é legítima, mas o projeto foi fruto de um longo processo de discussão, em que várias adequações foram feitas. "Muitas pessoas não conhecem de forma adequada o projeto, mas até os protestos talvez ensejem a possibilidade de que se conheça de verdade o projeto", acredita. Para o senador, a população não tem real dimensão do impacto das obras, das áreas que serão preservadas, dos espaços verdes e comunitários, além da recuperação de equipamentos importantes. "O projeto mudou para melhor ao longo do tempo e tem, ao meu ver, equilíbrio entre aquilo que interessa ao agente privado e aquilo que vai corresponder ao interesse público", disse o senador.

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