Negociação entre Estado e policiais e bombeiros militares não avança, após dois meses

Da Rádio Jornal
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Publicado em 05/08/2014 às 17:57
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Da Rádio JC News

Foto: Igo Bione/ JC Imagem
Foto: Igo Bione/ JC Imagem

Ocorreu nessa segunda-feira (4), uma reunião na Secretaria de Administração de Pernambuco (SAD), para discutir as reivindicações dos policiais e bombeiros militares do Estado. O impasse entre o Governo do Estado e a categoria é em relação ao plano de cargos e carreiras.

Após dois meses de negociação, o governo alega que a lei de responsabilidade fiscal não permite a aprovação do plano do jeito que a tropa deseja. Os soldados e cabos esperam durante anos para serem promovidos. O desejo é que a promoção de soldado a cabo seja por antiguidade, automática, por tempo de serviço. Já os cabos também querem ser promovidos a sargento por tempo de serviço, ou seja, por antiguidade e por merecimento e/ou por concurso.

A insatisfação é grande. Os PMs pensam em nova paralisação, mas prometem que vão informar com maior antecedência os comerciários para que eles não sejam prejudicados como foram no último movimento. Já os bombeiros militares organizam uma passeata para o dia 14 mas garantem que não vão prejudicar a sociedade. A caminhada será do Parque da Jaqueira ao Hemope, local onde eles farão doação de sangue.

José Roberto Vieira, presidente da Associação dos Praças dos PMs, explicou que depois da paralisação da categoria em maio, foi proposto pela comissão e acordado pelo Governo do Estado uma pauta com três itens: reestruturação do hospital da polícia, com a criação de unidades no interior; garantia do risco de vida e aprovação da lei para promoção dos oficiais de praça. Este retorno deveria ser dado até 30 de julho.  José Roberto atacou o Governo dizendo que este acordo foi fechado apenas com o intuito de "abafar o movimento".

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