Acompanhada de Lula, Dilma justifica atraso em obras da transposição e diz que projeto é mais complexo do que se imaginava

Da Rádio Jornal
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Publicado em 21/08/2014 às 18:55
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lula-e-dilma Dilma e Lula posam para fotos com responsáveis pelas obras Foto: reprodução/twitter @MudaMais Nesta quinta-feira (21) a presidenta candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, visitou os municípios de Floresta e Cabrobó, no Sertão de Pernambuco. A presidenciável veio ao estado natal do ex-presidente Lula acompanhada do político. Dilma vistoriou as obras do projeto de integração do Rio São Francisco. Depois de um atraso de mais de três horas, a candidata à reeleição concedeu entrevista coletiva, em que respondeu sobre a demora nas obras da transposição. A obra estava para ser concluída em 2010, passando para 2012 e, agora, está com previsão de conclusão para dezembro de 2015. A presidenta também foi questionada sobre as denúncias recentes de desvio de patrimônio contra a presidente da Petrobras, Graça Foster, e repudiou a tentativa de fazer com que a gestora se torne uma pessoa que não possa exercer a presidência da empresa. Dilma lamentou o empenho da oposição para instalação de uma CPI da estatal petrolífera a cada eleição, declarando a ação como arma política. Ao final da visita aos municípios do Sertão pernambucano, Dilma segue para Paulo Afonso, na Bahia, onde visita o povoado Batatinha para conhecer um projeto de captação de água para hortas comunitárias. A agenda de campanha seria realizada no último sábado (16), mas foi suspensa com a notícia da morte trágica e repentina do ex-governador de Pernambuco e ex-candidato à presidência pelo PSB, Eduardo Campos, ocorrida em acidente aéreo na cidade de Santos na quarta-feira (13). Durante a visita, foram gravadas imagens para a campanha de Dilma na televisão. As duas cidades captam água do projeto de transposição do Rio São Francisco, que será explorado na campanha como uma das realizações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Na visita de Dilma à Cabrobó, em maio, o gestor da cidade, Auricélio Torres, entregou um documento à Casa Civil cobrando promessas que, segundo ele, foram feitas por Dilma e não foram cumpridas.

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