Especialistas discutem a legalidade da paralisação de motoristas, cobradores e fiscais


Da Rádio Jornal
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Publicado em 22/08/2014 às 12:26
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Da Rádio Jornal No Terminal da Macaxeira, houve protesto e queima de ônibus. Passageiros esperaram longas horas sem previsão de chagada dos ônibus. Foto: Rafael Carneiro/Rádio Jornal No Terminal da Macaxeira, houve protesto e queima de ônibus. Passageiros esperaram longas horas sem previsão de chagada dos ônibus. Foto: Rafael Carneiro/Rádio Jornal Os rodoviários fizeram uma paralisação de advertência nesta sexta-feira (22) em protesto à decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que suspendeu i aumento da categoria. Sobre a decisão e a reação da categoria, Geraldo Freire entrevistou o advogado trabalhista Marcos Alencar, durante a "Super Manhã". Em entrevista a Geraldo Freire, durante a Super Manhã desta sexta (22), o desembargador e presidente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), Ivanildo Andrade, comentou sobre a suspensão do aumento dos rodoviários e o protesto e paralisação de advertência da categoria. De acordo com o presidente, a orientação veio do TST (Tribunal Superior do Trabalho) e é provísório, ainda será julgado pelo plenário do TST. "Não cabe mais nada ao Tribunal Regional do Trabalho", afirmou. Ivanildo Andrade disse ainda que o que resta agora é esperar e aguardar a decisão, assim como aos trabalhadores. Acompanhe a entrevista na íntegra no áudio abaixo. Já de acordo com o advogado, as empresas de ônibus entenderam que é o reajuste conseguido pelos motoristas não tinha como ser pago e conseguiram a medida provisória suspendendo o aumento. De acordo com Alencar, a decisão, proferida pelo presidente do TST, é "monocrática e provisória", que ainda deve ser votada no pleno, pelo restante do colegiado do Tribunal. Ainda de acordo com Marcos Alencar, líderes/ dirigentes do movimento rodoviário podem ser multados pela paralisação sem aviso prévio e antes de qualquer decisão da Justiça. "Eles podem até responder por crime contra a organização do trabalho", afirmou. Confira a entrevista na íntegra no áudio abaixo.

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