Com informações do Jornal do Commercio
Nova rodovia foi concebida para desafogar a engarrafada BR-101 urbana
Foto: JC Imagem
O Arco Metropolitano, megaobra do Grande Recife que atrasou sem ter começado, teve seu projeto reapresentado para licenciamento na semana passada. Os novos Estudo e Relatório de Impacto ambiental (EIA/Rima), entregues pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), são do lote 2 da rodovia, com 44 quilômetros da BR-101, no Cabo de Santo Agostinho, à BR-408, em São Lourenço da Mata. Ainda é possível que o trecho seja licitado este ano. O lote 1, com traçado indefinido entre a BR-408, em São Lourenço, à BR-101, na previsão otimista será licitado no primeiro semestre de 2015.
Toda a obra é orçada em R$ 1,34 bilhão. A primeira licitação do Arco saiu em dezembro, mas a concorrência foi suspensa pelo próprio DNIT. Faltavam documentos básicos como projeto e as licenças ambientais. Um novo prazo foi anunciado, até junho, mas o edital não saiu.

O debate na
JC News com Wagner Gomes, desta terça-feira (2), falou sobre a importância do arco viário e os entraves para que as obras saiam do papel e aliem desenvolvimento, com conservação ambiental.
Participaram da entrevista o secretário estadual de Infraestrutura, João Bosco de Almeida, o engenheiro e coordenador da comissão de Meio-Ambiente do Fórum Socioambiental de Aldeia, Herbert Tejo, e o repórter de Economia do Jornal do Commercio, Giovanni Sandes.
[Ouça entrevista na íntegra]