Audiência pública entre sindicato dos rodoviários e patrões não chega a acordo

Da Rádio Jornal
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Publicado em 03/09/2014 às 8:00
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4a125a89bffe4545e9e5181a18cfd77f Ônibus não saíram dos terminais até às 8h em paralisações Foto: Edmar Melo / JC Imagem Negociação fracassa e legalidade das paralisações dos rodoviários será decidida pelos desembargadores do TRT da 6ª região. Os donos de empresas de ônibus alegam que os trabalhadores exageraram na hora de protestar por melhores salários. A polêmica teve início com a definição do percentual de 10% nos salários e R$ 300 de tíquete alimentação. Os valores foram definidos pelo Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região no final de julho. O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Barros Levenhagem acatou uma liminar do patronato. Dias depois, reconsiderou a determinação e manteve o reajuste de 10% no salário e 6% no tíquete alimentação. Como não houve consenso, nessa terça-feira (2), as partes voltam a se encontrar na próxima terça (9). Mesmo com o insucesso da sessão, o vice -presidente do TRT, Pedro Paulo Nóbrega, fez um balanço positivo: Vale lembrar que o TRT da 6ª região determinou que em caso de paralisação os rodoviários têm que colocar nas ruas 80% da frota das 5h30 às 9h e das 17h às 20h. O descumprimento da norma implica em multa para o sindicato da categoria no valor de R$ 50 mil. O julgamento do recurso do Sindicato das Empresas de Ônibus pode ocorrer na sessão da próxima segunda-feira (8). Dois milhões de passageiros utilizam diariamente o sistema de transporte coletivo na Região Metropolitana do Recife. Benilson Custódio, presidente eleito mas não empossado da entidade dos trabalhadores, disse que o momento é de aguardar:

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