Levantamento da Ameciclo aponta necessidade de ciclofaixas em vias do Grande Recife

Da Rádio Jornal
Da Rádio Jornal
Publicado em 03/09/2014 às 13:55
Leitura:
Da Rádio JC News  Foto Ilustrativa: Igor Bione/ JC Imagem
Foto Ilustrativa: Igor Bione/ JC Imagem

Um levantamento realizado pela Associação Metropolitana de Ciclistas do Grande Recife (Ameciclo) apontou que mais de dois mil ciclistas circulam pela Rua Odorico Mendes, no bairro de Campo Grande, em um intervalo de 14 horas diárias. O objetivo da apuração é comprovar o uso massivo do modal e indicar as rotas mais necessitadas de faixas exclusivas para as bicicletas.

Já foram realizadas sete contagens ao longo de um ano. A primeira foi realizada em abril, no cruzamento da Avenida Mascarenhas de Moraes com a Rua Engenheiro Alves de Souza. Lá foram registrados 1.386 ciclistas, das 6h às 20h, resultando em 99 ciclistas por hora. Na Beberibe, 3.723 ciclistas foram registrados no cruzamento com a Avenida Professor José dos Anjos.

O  coordenador geral  da Ameciclo, Cézar Martins, conversou com o âncora Wagner Gomes nesta quarta-feira (3). "A gente quer ter subsídios para cobrar da prefeitura que pensa nas rotas que são utilizadas naturalmente pelos ciclistas", explicou Cézar. O coordenador criticou a implantação da primeira ciclofaixa pela prefeitura do Recife. O equipamento foi implementado na Av. Arquiteto Luiz Nunes. "Além de falhas no modo de construção, não considera o fluxo da Mascarenhas de Morais, que é a paralela", justificou. Sobre o levantamento e o alto índice de ciclistas que utilizam a via mesmo sem o equipamento, ele lembrou: "se a gente tivesse estrutura quantas pessoas não estariam utilizando esta rota?". Confira a entrevista completa:

Mais Lidas