"A onda Marina Silva não é tão forte", analisa cientista político sobre resultado da pesquisa Datafolha

Da Rádio Jornal
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Publicado em 04/09/2014 às 15:01
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dilma e marina - ag. brasil

Depois de mudanças provocadas pela ascensão de Marina Silva (PSB) na exposição de sua candidatura o quadro parece ficar estável. A candidata do PSB à presidência interrompeu a sua ascensão e permaneceu na casa dos 34% enquanto a petista Dilma Rousseff (PT) chegou a 35% das intenções de voto, de acordo com a pesquisa Datafolha divulgada na noite desta quarta-feira (3). Dilma tinha 34% na sondagem anterior, dos dias 28 e 29 de agosto, e sua variação, portanto, está dentro da margem de erro da pesquisa, de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. Ambas estão em uma situação de empate técnico. Aécio Neves, do PSDB, oscilou de 15% para 14% entre uma sondagem e outra.

O cientista político, Adriano Oliveira, fez uma análise da situação e disse que só a partir do dia 15 de setembro ele terá uma posição mais clara quanto à sucessão presidencial. "Tanto a pesquisa Datafolha quanto a  Ibope os resultados são muito semelhantes, quando você verifica a margem de erros", explicou o cientista.

Ele lembrou que, diante do resultado das pesquisas, não se dá pra afirmar que Dilma Rousseff (PT) recuperou intenções de votos, como foi apresentado pela pesquisa Ibope, ou afirmar que Marina Silva (PSB) parou de crescer. "O que a pesquisa sugere é que, claramente, o quadro continua indefinido. Por outro lado, nós também devemos considerar o fato de que a onda Marina Silva não é tão forte", destacou o cientista.

Confira a análise do cientista político Adriano Oliveira:

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