Presidente do Central se isenta de responsabilidade no caso de abusos sexuais em Caruaru


Da Rádio Jornal
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Publicado em 22/10/2014 às 10:46
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Da Rádio Jornal Imagem: reprodução/TV Jornal Imagem: reprodução/TV Jornal O responsável pelo time caruaruense, Chico Noé, foi enfático ao afirmar que Severino Ramos da Silva, o Ramos do Central, prestava serviço como maqueiro em jogos do time, mas não era funcionário da casa. Mesmo com dez anos de trabalho no alvinegro do Agreste, o cartola assegura que o suspeito não tinha contato com crianças no clube. Ramos do central é acusado de abusar sexualmente garotos com idades entre 12 a 14 anos. De acordo com testemunhas, a abordagem começava dentro no campo do bairro da Cohab, Caruaru. De acordo com depoimento de dois meninos, Severino Ramos da Silva levava as vítimas para a própria casa, no bairro de Maurício de Nassau. A prisão preventiva dele foi decretada pelo juiz da Segunda Vara Criminal de Caruaru, Pierre Souto Maior Coutinho de Amorim. Ramos do Central nega as acusações de abuso sexual e diz ser vítima de uma armação de conotação político eleitoral. No entanto, um vizinho dele, que prefere o anonimato, revela a movimentação fora do normal de garotos na residência do treinador: Severino Ramos da Silva permanece na Penitenciária Juiz Plácido de Souza, em Caruaru. Icaro Schneider, delegado responsável pelas investigações, fala dos indícios identificados do crime: E já está na cadeia pública de Garanhuns, o psiquiatra Lindemberg Isaque de Macedo, de setenta e três anos, acusado de pelo menos três estupros contra pacientes adolescentes entre 2007 e 2009. As mulheres contaram em depoimento que eram dopadas e também submetidas a sessões de hipnose. O profissional de saúde foi detido nessa terça-feira (21), na própria clínica, que fica na Avenida Simões Gomes, no bairro de Heliópolis, área central da cidade. A polícia acredita que, com a divulgação do caso, surjam novas denúncias contra o psiquiatra. Caso seja condenado por estupro de vulnerável, Lindemberg Isaque de Macedo pode ficar até 15 anos na cadeia. Saiba mais:

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