Grupo acusado de torturar, matar e esquartejar professora vai a julgamento


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Publicado em 23/10/2014 às 11:43
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Da Rádio Jornal Começa nesta quinta-feira (23), o julgamento de seis pessoas acusadas de torturar, matar e esconder o corpo carbonizado da professora Maria Iracy Tavares de Morais, que tinha 51 anos, em fevereiro de 2011. Ela frequentarra um terreiro de umbanda clandestino Ilê Maria Padilha, no bairro do Cordeiro. Ela foi vítima dos gestores do templo. Após 3 anos e dois adiamentos, o pai de santo Paulo Vítor de Araújo Gomes, de 44 anos; a ialorixá Elizabeth de Lima Santos, 44; o filho de santo Ailton Félix da Silva, 45; Severina Maria de Lima Gonzaga, 44, Maria Vitória Trajano da Silva,58 e Alexandre Jorge de Amorim Pereira, de 42 anos, vão ao banco dos réus no Fórum Thomaz de Aquino, no Recife. O julgamento deve durar dois dias. De acordo com a polícia, os réus Paulo Vitor, Elizabeth Santos, Ailton Félix e Maria Vitória vão responder pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Já Severina Gonzaga e Alexandre Jorge responderão pelo crime de ocultação de cadáver. Segundo as investigações, o grupo chantageava a vítima, que foi obrigada a vender uma casa no valor de R$ 40 mil, um veículo, contrair empréstimo de mais R$ 30 mil em benefício da ialorixá. O crime, com requintes de crueldade, teria sido planejado pelo pai de santo Paulo Vítor, proprietário do centro. o grupo tetia torturado a professora no dia 3 de fevereiro de 2011, queimando-a e ameaçando-a de morte. No dia seguinte, por volta das 12h, os denunciados colocaram um tipo de soro na veia da vítima, que acabou falecendo minutos depois. O corpo de Maria Iracy Tavares de Morais foi queimado, esquartejado e enterrado no Sítio Desterro, em Surubim. Saiba mais na reportagem de Rafael Carneiro:

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