Jovem diagnosticada com câncer em estágio terminal completa morte terapêutica


Da Rádio Jornal
Da Rádio Jornal
Publicado em 03/11/2014 às 8:42
Leitura:
Da Rádio Jornal Brittany Mainard, tem câncer terminal e, aos 29 anos, decidiu pela eutanásia. Foto: Reprodução/Internet. Brittany Mainard, foi diagnosticada com câncer terminal e, aos 29 anos, decidiu pela eutanásia. Foto: Reprodução/Internet. Diagnosticada com câncer em estágio terminal no cérebro em janeiro deste ano, a estadunidense de 29 anos, Brittany Maynard, revolveu usar seu direito de decidir pela antecipação da morte nesse sábado (1º). Ela morreu em sua casa no Oregon, nos Estados Unidos, de acordo com grupo Compassion and Choices. Natural da Califonia (EUA), ela se mudou para o estado americano de Oregon, onde a opção pelo adiantamento da morte, ou morte terapêutica, é permitida por lei. Brittany decidiu pela eutanásia após o diagnóstico de que o câncer era letal e irreversível e que ela teria apenas seis meses de vida. Então, a psicóloga optou por não prolongar o tratamento agressivo contra a doença, e optar pelo suicídio assistido. No início da semana, ela havia divulgado uma mensagem em que cogitava adiar sua decisão de morrer, mas isso acabou não ocorrendo. "Adeus a todos os meus queridos amigos e família que eu amo", escreveu em sua conta no Facebook. "Hoje é o dia que eu escolhi para morrer com dignidade por causa da minha doença terminal, esse terrível câncer no cérebro que tomou tanto de mim ... mas que poderia ter tomado muito mais", escreveu o jovem, segundo a revista Time. Saiba mais no relato de Clarissa Siqueira: Alguns dias antes da data prevista para sua morte, Brittany realizou o sonho de visitar o Grand Canyon com sua família. "Tive a oportunidade de desfrutar meu tempo com as coisas que mais amo na vida: minha família e a natureza", afirmou a jovem em seu blog. EUTANÁSIA Em um vídeo publicado pela americana, Brittany explica que tomaria remédios prescritos por um médico para morrer no quarto que dividia com o marido, na companhia de entes queridos e ouvindo a música que escolheria. Evitaria, assim, as piores fases de sua doença. Leia também: Temos o direito de julgar pacientes terminais que decidem pela eutanásia?

Mais Lidas