Os desafios para a indústria de vestuário em Pernambuco

Da Rádio Jornal
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Publicado em 24/11/2014 às 17:58
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Com informações da Assessoria de Comunicação entrevista de estúdio

Apesar dos bons produtos, o polo de confecções ainda enfrenta muitos desafios. O Núcleo Gestor da Cadeia Têxtil foi criado pelo governo para dar conta desses problemas.

O segundo maior polo de confecções do Brasil é o do Agreste Pernambucano. São 100 mil empregos gerados e 900 milhões de peças produzidas por ano. A qualidade deste trabalho é reconhecida em todo o país, mas ainda restam muitos desafios a serem superados.

Uma pesquisa realizada pelo Sebrae-PE divulgada em maio de 2013 (com dados de 2012) revelou que o PIB das cidades do polo de confecções - R$ 78 bilhões - representa 5% do produto interno bruto do estado (base 2009). De 2002 a 2012, foram geradas mais de 6 mil unidades produtivas. A formalização das empresas também aumentou: em Toritama, por exemplo, passou de 92% em 2002 para 77,1% em 2012. Em Santa Cruz do Capibaribe, foi de 94,3% para 81,2% de 2002 a 2012.

Para falar sobre o tema, Everson Teixeira recebeu na Rádio JC News Fred Maia, diretor de gestão estratégica do Núcleo Gestor da Cadeia Têxtil e de Confecções de PE, João Darru Costa, diretor do Sindicato da Indústrias do Vestuário de Pernambuco, e Vitor Abreu, analista do Sebrae.

Confira a entrevista de estúdio completa:

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