INVESTIGAÇÕES

Mais dois suspeitos de agredir segurança são ouvidos

Ainda nesta quinta-feira (18) a vítima deve ser ouvida

Da Rádio Jornal
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Publicado em 18/12/2014 às 13:40
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Delegada Andrea Buch concedeu entrevista nesta tarde (18)
Foto: Lélia Perlim/ Rádio Jornal

A delegada adjunta da 2ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Andrea Buch, concedeu, nesta tarde (18), os detalhes da investigação sobre a agressão sofrida pelo segurança de um bar, no bairro do Derby no último sábado (13). "Já foram ouvidas nove pessoas os dois responsáveis pelo crime também já foram interrogados. Ainda estão marcadas cinco ouvidas para amanhã, também testemunhas. Basta ser encaminhado ao DHPP o laudo de constatação das lesões da vítima e o laudo do local do crime", explicou a delegada.

Segundo a delegada, o caso foi instaurado como tentativa de homicídio. "Por enquanto está sendo apurado dessa forma. Só ao final [das investigações] é que eu vou concluir o indiciamento do fato", destacou Andréa. Ela ainda apontou que, como os homens se apresentaram, não há requisito para ser expedido um mandado de prisão. A delegada ainda avaliou que o depoimento deles é "contraditório com relação às imagens".

A repórter Lélia Perlim traz os detalhes:

A polícia colheu o depoimento de outros dois suspeitos de cometer a agressão, nesta tarde, o promotor de eventos Gleydinaldo Silva dos Santos, de 33 anos, e o irmão dele, Gleydivander Silva dos Santos, de 31 anos.

Além do tenente da Polícia Militar, Joacir Justino da Silva, os dois irmãos aparecem nas imagens agredindo o segurança do estabelecimento. Confira os detalhes no flash de Lélia Perlim:

A advogada dos três, Silvana Duarte, conversou com a repórter Lélia Perlim."O depoimento dele (Gleydnaldo) veio para esclarecer os fatos narrados pela ótica dele. Não é uma questão extremamente de defesa mas apenas de esclarecimento dos fatos", detalhou a advogada. "Ele se encontra bastante constrangido porque só notou a gravidade depois, quando viu as imagens e a repercusão nas redes sociais", disse a defesa.

De acordo com a advogada de defesa, Gleydnaldo não utilizou nenhum remédio no dia, mas ingeriu bastante bebida alcoólica. Silvana ainda apontou que ele não teria estimulado o tenente a agredir o segurança.

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