VÍTIMAS DA REBELIÃO

De lados opostos, famílias se despedem das vítimas do tumulto no Complexo Prisional do Curado

A família do detento Edivaldo Barros espera a liberação do corpo pelo IML. O corpo do sargento Carlos Silveira é velado no cemitério Parque das Flores.

Da Rádio Jornal
Da Rádio Jornal
Publicado em 20/01/2015 às 9:47

A família e os amigos se despedem do sargento Carlos Silveira do Carmo, de 44 anos, que morreu nesta segunda-feira (19) após ser baleado na cabeça, durante a rebelião que aconteceu no Complexo Prisional do Curado, o antigo Aníbal Bruno. Eles estão no cemitério Parque das Flores, na Várzea, onde o corpo do sargento está sendo velado. Carlos Silveira do Carmo deixa esposa, duas filhas e uma neta. O entrerro está programado para acontecer às 16h.

O corpo da outra vítima fatal da rebelião, o detento Edivaldo Barros da Silva, de 34 anos, passa por necrópsia no Instituto de Medicina Legal, em Santo Amaro, na área central do Recife. A expectativa de familiares é que a liberação do corpo do detento ocorra ainda nesta terça-feira (20), para que ele possa ser sepultado no final da tarde, no cemitério de Beberibe.