INTERPRETAÇÕES

Lava Jato coloca de lados opostos auditores fiscais e judiciário

Ministro Luís Inácio Adams, da Advocacia Geral da União, e auditores e procuradores do Tribunal de Contas têm opiniões distintas sobre acordo.

Da Rádio Jornal
Da Rádio Jornal
Publicado em 23/02/2015 às 10:09

O acordo de leniência das empresas que participaram do esquema de corrupção na Petrobras dividiu opiniões em Brasília. De um lado está o ministro Luís Inácio Adams, da Advocacia Geral da União, e do outro, auditores e procuradores do Tribunal de Contas. O acordo é um acerto entre os órgãos reguladores e as empresas investigadas, no qual a firma aceita a culpa, paga uma multa e pode sair livre de outras punições.

Confira o comentário diário de Romoaldo de Souza, repórter da Rádio Jornal em Brasília, publicado no Redator de Plantão desta segunda-feira (23). O programa é transmitido da segunda ao sábado, das 6h às 6h45.