TRANSPORTE

Estudante de biomedicina da UFPE morre atropelada após cair de ônibus na BR-101

Camila Mirele Pires da Silva, 18 anos, estava no coletivo Barro/Macaxeira, quando a porta do ônibus se abriu e ela foi arremessada para fora

do Jornal do Commercio
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Publicado em 09/05/2015 às 16:54
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Foto: Reprodução / Facebook


De acordo com a polícia, a estudante Camila Mirele Pires da Silva, 18 anos, viajava no coletivo que fazia a linha Barro/Macaxeira, quando a porta do ônibus se abriu, arremessando a jovem para fora. Um outro coletivo que também trafegava na BR-101 atropelou a estudante.

A jovem ainda chegou a ser socorrida e levada para o Hospital Getúlio Vargas, no Cordeiro, também na Zona Oeste, mas não resistiu aos ferimentos. O corpo de Camila foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal do Recife (IML). O corpo foi liberado na manhã deste sábado (9). O velório e enterro acontecem na tarde deste sábado, no cemitério do Barro.

Em nota, a UFPE lamentou amorte da estudante e informou que irá cobrar das autoridades responsáveis pelo transporte público uma rigorosa apuração dos fatos que levaram à morte da aluna.

"UFPE lamenta morte de estudante do curso de Biomedicina

A Universidade Federal de Pernambuco manifesta seu profundo pesar pela morte da estudante Camila Mirele Pires da Silva, vítima de acidente de ônibus na BR-101, na Cidade Universitária, por volta das 19h de ontem (sexta). Camila tinha 18 anos e era aluna do terceiro período do curso de Biomedicina. A UFPE colocou assistentes sociais e psicólogos para prestar apoio à família da estudante. A Universidade cobra das autoridades responsáveis pelo transporte público na Região Metropolitana do Recife uma rigorosa apuração dos fatos que levaram à morte da aluna"

Leia o depoimento da estudante Lays Camila, que estava no ônibus na hora do ocorrido:

"Nós estávamos na parada em frente ao Centro de Ciências Sociais (CCS) e quando o ônibus parou entramos pela porta do meio porque estava muito lotado. Meu amigo até ajudou ela pois a bolsa de Camila tinha ficado presa na porta. Não sei quantas paradas depois, mas o motorista passou da parada e abriu a porta. Ela não estava segurando em nada, apenas encostada na porta e quando a porta abriu ela caiu. Foi muito rápido. Todo mundo começou a gritar para o motorista parar e quando ele parou nós fomos vê-la. Só vi que a calça dela estava rasgada e a perna muito machucada. Não imaginei que tinha sido tão grave a ponto de chegar à morte. Ela ainda estava consciente e até conseguindo mexer a perna."

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