INVESTIGAÇÕES

Laudo pericial do Instituto de Criminalística aponta asfixia em caso de morte de jornalista

O jornalista de 77 anos estava, no primeiro andar da residência, no Derby, amordaçado e com os pés e mãos amarrados

Da Rádio Jornal
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Publicado em 14/05/2015 às 14:50
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Foto: Cintia Ferreira / TV Jornal


A Polícia Civil apresentou, nesta quinta-feira (14), a conclusão do caso Marco Aurélio Alcântara, encontrado morto em casa por funcionários, em setembro de 2014.

O jornalista de 77 anos estava, no primeiro andar da residência, no Derby, amordaçado e com os pés e mãos amarrados. Dois suspeitos foram identificados na investigação. Cristiano José da Silva do Nascimento, de 28 anos, preso desde de fevereiro, confessou o crime e Emerson Pereira Moraes, de 32 anos, foragido.

A câmera de um estabelecimento vizinho ao local do crime flagrou o momento em que os dois homens saíam com uma bolsa plástica. Dentro, uma quantia no valor de R$ 60 mil sacada um dia antes pela vítima.

Emerson foi descoberto através de uma ligação feita pela vítima, convidando ele para ir até a casa do jornalista. Já o foragido, com a ajuda da perícia do Instituto de Criminalística que coletou 14 digitais no apartamento. O perito Sidney Bezerra conta onde foi encontrado o fragmento positivo para a digital de Emerson:

A polícia tenta descobrir o destino do segundo envolvido.

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