MERCADO PÚBLICO

Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes anuncia duas obras para reverter situação precária no mercado de Cavaleiro

Uma obra paliativa deve ser feita no mercado e um novo centro de compra deve ser construído próximo ao antigo

Da Rádio Jornal
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Publicado em 13/06/2015 às 18:40
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Foto: Carlos Miguel / Rádio Jornal


A reportagem da Rádio Jornal visitou, neste sábado (13), o mercado de Cavaleiro, em Jaboatão dos Guararapes. Os clientes e trabalhadores da localidade sofrem, há anos, com as condições precárias do mercado público. Em 2014, o mercado chegou até a ser fechado por determinação do Ministério Público de Pernambuco (MPPE).

Foto: Carlos Miguel / Rádio Jornal


Para contornar a situação, a prefeitura de Jaboatão fez acordo com os comerciantes e prometeu entregar uma obra no mercado que passaria a ter dois pavimentos, estacionamento para 400 veículos, 914 boxes e 488 bancas. No entanto, a reforma não saiu do papel. Na prática, o que se vê é muita sujeira, dificuldade de locomoção, banheiros sujos e risco de choque. A situação seria precária em qualquer tipo de estabelecimento, se agravando por se tratar de um local onde se comercializam animais, produtos alimentícios, e que carrega muita história. O comunicador Carlos Miguel ouviu a queixa dos frequentadores do mercado. Ouça os relatos:



Foto: Carlos Miguel / Rádio Jornal


Em resposta às denúncias da situação de calamidade do mercado de Cavaleiro, a presidente da Companhia Municipal de Agricultura e Abastecimento de Jaboatão (Comab), Renata Blanke, explicou que duas frentes de trabalho diferentes devem ser desenvolvidas para reverter a situação no local. A primeira delas diz respeito a uma intervenção de manutenção no mercado, com reforma no telhado, no piso, no banheiro e na pintura dos boxes. Esta obra deve ser entregue no primeiro semestre de 2016 e deve ser feita com a presença dos comerciantes no local.

Foto: Carlos Miguel / Rádio Jornal


Já a obra mais abrangente diz respeito a uma construção de um novo mercado, em um terreno próximo do atual, contemplando também o mercado de Jaboatão e da Mangueira. A obra deve funcionar em formato de Parceria Público Privada (PPP).

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