SAÚDE

Pacientes reclamam de atendimento no ambulatório do Hospital Getúlio Vargas

Emily Maria deixou Agrestina, região do Agreste do Estado, com esperança de uma cirurgia vascular para o marido e a falta de exame de sangue atrapalhou o procedimento

Da Rádio Jornal
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Publicado em 17/07/2015 às 14:37
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Foto: Edmar Melo / JC Imagem


O texto de uma portaria emitida pelo diretor do Hospital Getúlio Vargas (HGV), proibindo pelos próximos 90 dias a abertura de prontuários de primeira vez e a realização de exames laboratoriais e de imagem, deixou pacientes sem atendimento nesta sexta-feira (17).

O documento interno divulgado no início da semana, dizia ainda que a medida foi adotada dentro do plano de contenção de despesas no ambulatório. Com a limitação no atendimento, sobrou para os pacientes. O resultado imediato foi a suspensão de cirurgias agendadas e muita reclamação.

Emily Maria deixou Agrestina, região do Agreste do Estado, com esperança de uma cirurgia vascular para o marido e a falta de exame de sangue atrapalhou o procedimento. Outros relatos expuseram as péssimas condições de atendimento: Ângela Franca está com a avó de 80 anos há 15 dias na unidade e faz a denúncia:

Para o diretor do HGV, Gustavo Souza Leão, o documento foi mal interpretado. Para os meses de agosto, setembro e outubro, a unidade tem 6 mil consultas marcada e todas estão mantidas.

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