DEBATE

A ciência da morte no debate desta segunda-feira

No programa, temas como inteligência artificial voltada para guerras e a serviço da morte, robôs assassinos direcionados a exterminar grupos específicos e armas autônomas, foram abordados pelos convidados

Da Rádio Jornal
Da Rádio Jornal
Publicado em 10/08/2015 às 14:42
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Foto: Ísis Lima | Rádio Jornal


No debate da Super Manhã desta segunda-feira (10), o comunicador da maioria, Geraldo Freire, recebeu no estúdio da Rádio Jornal, o físico Alexandre Medeiros, o cientista Aurélio Molina e o advogado Jayme Asfora. Os convidados debateram sobre a ciência da morte.

O físico Alexandre Medeiros falou sobre as Primeira e Segunda Guerras Mundiais e o que motivou cada movimento na época. “O conflito da Segunda Guerra Mundial foi um pouco mais extenso, morreu um número maior de pessoas e provocado, em grandes circunstancias, pela crise econômica, a qual a Alemanha foi levada a passar”, comentou. Medeiros falou também sobre os 70 anos do desastre de Hiroshima. “Os americanos costumam falar que são contra armamento (...) mas é preciso lembrar que o único país do mundo que usou armas atômicas contra seres humanos foram os Estados Unidos”, disse.

O cientista Aurélio Molina falou sobre o desenvolvimento da humanidade e sempre há um lado bom e um lado ruim. Ele comentou sobre a garantia das novas tecnologias, como os drones, além dos potenciais e grandes transformações na área médica e na biologia. O cientista mencionou também sobre as experiências em que há possibilidade de se alterar o clima.

Confira o debate na íntegra:

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