O governo recria a CPMF, o chamado imposto do cheque, congela salários de servidores, aumenta impostos financeiros, suspende concursos e reduz investimentos para programas sociais como o Minha Casa Minha Vida, mas a equipe da presidente não deu uma palavra sobre cortar o número de ministérios.
A meta é equilibrar as contas, fechar o orçamento de 2016 e sinalizar para a comunidade internacional que está fazendo o dever de casa. O ministro do planejamento Nelson Barbosa pediu compreensão aos servidores públicos depois de anunciar congelamento nos salários até agosto de 2016.
A perspectiva do governo é de que, até o final do ano que vem, não sejam realizados concursos públicos no poder executivo, legislativo e nem judiciário.
Confira os detalhes no flash de Romoaldo de Souza:
O ministro da fazenda Joaquim Levy chegou a sorrir quando anunciou o retorno da CPMF, a contribuição foi derrubada no Congresso Nacional, em 2007, e retorna agora com uma alíquota menor, e deve permanecer pelos próximos 4 anos.
O governo, que vinha anunciando cortes de ministérios, vai ter que esperar o retorno do vice-presidente do Brasil e presidente do PMDB, Michel Temer, que está na Rússia.