ZONA SUL

Padaria em Setúbal é interditada após blitz localizar várias irregularidades

Estabelecimento apresentava condições de higiene precárias, além de roedores, baratas e alimentos vencidos

Da Rádio Jornal
Da Rádio Jornal
Publicado em 17/09/2015 às 13:42
Leitura:
Foto: Reprodução/ TV Jornal

Aquele estabelecimento bem pertinho de casa, onde compramos o pãozinho de cada dia, pode esconder sérios riscos à saúde. E esse foi o foco de uma força tarefa de diversos órgãos de defesa do consumidor. Procon, Ministério Público de Pernambuco, Ipem, Vigilância Sanitária e Delegacia do Consumidor, juntaram esforços para fiscalizar produtos que fazem parte do dia-a-dia de famílias, a partir de denúncias.

Nesta quinta-feira (17), o trabalho se concentrou em panificadoras da Zona Sul da capital, e os resultados são preocupantes. No primeiro ponto visitado, em Setúbal, na Padaria Romana, várias irregularidades. O local teve interdição total.

Adeilza Ferreira, gerente de vigilância sanitária do Recife fala sobre a situação do estabelecimento. “Essa padaria foi encontrada em condições de higiene bastante precárias, onde podemos presenciar, roedores, baratas, o teto caindo, muito mofo, alimentos vencidos, e também estragados e mal acondicionados, teia de aranha, insetos nos pães que são para ser distribuídos”, detalhou.

Confira os detalhes na reportagem de Rafael Carneiro:

E essa situação pegou de surpresa os clientes. A veterinária Jacinta Brito, saiu preocupada. “É uma surpresa por que eu sou cliente aqui há muito e eu nunca tive problema”, comentou a cliente, destacando a importância da ação que apresentou as irregularidades.
Na Padaria Bruno Veloso, a interdição foi parcial. A unidade de alimentos apresentou problemas nas condições estruturais e tem até segunda-feira (21) para regularizar as pendências.

Já na Padaria Rio Tejo uma quantidade pequena de produtos estava fora da validade e logo foi descartada. E no único restaurante, o Xangay que trabalha com comida chinesa, o Procon notificou o estabelecimento por cobrança de taxa de desperdício.

Os dois primeiros locais interditados respondem a procedimento administrativo e vão pagar multa a ser estipulada. Nestes casos o valor pode variar de R$ 40 a 400 mil. Nesta quarta-feira (16), a mesma ação atuou estabelecimentos na Zona Norte do Recife.

Confira também a matéria da TV Jornal:

Mais Lidas