PIEDADE

Delegado Guilherme Caraciolo, da Divisão de Homicídios Sul, investigará morte de mulheres em hotel

Juliana Saboia teria assassinado Pâmela Ferreira e em seguida foi morta pela polícia

Da Rádio Jornal
Da Rádio Jornal
Publicado em 26/10/2015 às 15:48
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As famílias das mulheres envolvidas no caso de crime passional em um hotel de luxo em Jaboatão dos Guararapes, liberaram os dois corpos no IML, na área central do Recife, nesta segunda-feira (26). Sem gravar entrevista, uma tia de Pâmela Ferreira Oliveira disse que desconhecia esta relação com um policial civil, identificado apenas como Fábio. A jovem de 25 anos trabalha como cambista. Ela deixou três filhos: de 8, 5 e 2 anos.

O corpo de Pâmela foi sepultado na tarde desta segunda, no cemitério de Santo Amaro, na área central do Recife. O pai da vítima, Edmilson Costa Oliveira, relata que estava em casa quando recebeu a notícia. A mulher foi socorrida na UPA de Barra de Jangada e o homem recebeu a ligação pedindo que ele fosse com urgência até a unidade.

Ele não definiu ainda com quem os filhos da filha irão ficar e também não quis comentar o suposto envolvimento da filha com o policial.

Confira os detalhes no flash de Lélia Perlim:

A investigação sobre a morte das duas mulheres ficará com o delegado Guilherme Caraciolo, da Divisão de Homicídios Sul.

Já os familiares de Juliana Saboia Ferreira de 28 anos, desmentiram a informação de que ela teria se separado do policial. A técnica em enfermagem teria saído na moto para fazer a prova do Enem e, desconfiada, retornou para o flat em que morava com Fábio há mais de 3 anos e pegou o companheiro com Pâmela na piscina.

Confira os detalhes na reportagem de Rafael Carneiro:

De acordo com o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a discussão teve início no meio dos hóspedes. O agente da civil foi buscar ajuda da PM e quando retornou as duas estavam no quarto do hotel trancadas quando Juliana teria utilizado a arma do companheiro para atingir Pâmela nas costas e não resistiu ao ferimento.

Com a arma na mão, Juliana teria esboçado reação contra os policiais militares e teve o corpo também atingido, só que no ombro morrendo no Hospital da Restauração (HR).

Já o corpo de Juliana vai ser encaminhado para o Cemitério Vale da Saudade, em Abreu e Lima, mas o horário não foi divulgado.

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