COMPORTAMENTO

As religiões, as sociedades e a vida após a morte através dos tempos

Especialistas debatem a importância do luto e dos ritos da vida e da morte em diferentes sociedades

Da Rádio Jornal
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Publicado em 02/11/2015 às 10:19
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Especialistas discutem a vida após a morte. Foto: Luiza Falcão/Rádio Jornal


No Brasil, a morte é vista com tristeza, serenidade, luto e até desespero. No México, o Día de los Muertos é uma data marcada pela alegria, pela celebração da vida e pela devoção aos que já partiram. Na China, a data não é comemorada, as as relações com os ancestrais são estremamente importantes para as decisões e vivências sociais.

Insignificante é a única coisa que a morte não é. Todas as sociedades, antigas e atuais, que se tem registro, tratam a morte como uma passagem, uma viagem, um mistério. A apresentadora do Comportamento, Clarissa Siqueira, reuniu a diretora de Comunicação da Federação Espírita de Pernambuco, Ednar Santos, a antropóloga e candomblecista, Fernanda Meira, o padre doutor em Direito e professor da Unicap, Caetano Pereira, que dirige a Igreja de Nossa Senhora da Piedade, e o historiador, professor e ateu, Felipe Galindo.

COLUNISTAS - A morte e a vida também fez parte da coluna "Meus amores da televisão", com o jornalista Rafael Souza. Novelas como "A Viagem" (1994) e "Além do tempo", que está em cartaz na atualmente na TV Globo, foram destaques da conversa com Clarissa Siqueira.

Na coluna "Muito prazer", a sexóloga Silvana Melo respondeu à pergunta de José Flávio, morador de Igarassu. Sabia que o uso exagerado do medicamento pode levar à impotência sexual e até à morte?

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