ECONOMIA

As contas públicas no debate da Super Manhã desta sexta-feira

Mendonça Filho, deputado federal pelo DEM, Antônio Elmo Queiroz, advogado tributarista e vice-presidente do IPET, e Carlos Porto, presidente do TCE, foram os entrevistados

Da Rádio Jornal
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Publicado em 15/01/2016 às 13:25
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Após um ano conturbado economicamente, agora é a hora de analisar as previsões das contas públicas de 2016. Para falar sobre o assunto, Geraldo Freire recebeu Mendonça Filho, deputado federal pelo DEM, Antônio Elmo Queiroz, advogado tributarista e vice-presidente do Instituto Pernambucano de Estudos Tributários (IPET), e Carlos Porto, presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Mendonça falou sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2016. “Eu não tinha expectativa de veto com relação ao orçamento. Houve alguma especulação, mas no geral, eu achava que a presidente iria aprovar o texto do orçamento que foi acordado entre governo e oposição”, comentou Mendonça.

Ele alfinetou o Partido dos Trabalhadores (PT) com relação ao fundo partidário. “Foi basicamente o executado no ano passado. Eu sou um crítico do financiamento público de campanha, eu tô até na contramão da maioria. Pelo menos da maioria daqueles que se expressam através de opinião do jornal, e principalmente o PT. Eu acho que não dá pra você acabar com financiamento de campanha e impedir financiamento através de fundo partidário. Há de se ter um controle”, pontuou, dizendo que o orçamento público expressa aquilo que o PT consagrou nos últimos anos que é o desequilíbrio.

O presidente do TCE fala que orçamento tem que ser cumprido. “A destinação dele é pra ser cumprido”, falou, lembrando as pedaladas fiscais da presidente.

Confira o debate completo:

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