INFRAESTRUTURA

Em clima de cordialidade, Dilma e Geraldo Julio dividem corte de faixa da Via Mangue

Ministros Gilberto Kassab e Armando Monteiro também participam do evento. Ex-prefeitos João da Costa, João Paulo e Roberto Magalhães foram convidados

Da Rádio Jornal
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Publicado em 21/01/2016 às 11:03
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Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem


Reportagem de Clarissa Siqueira

Prevista para começar às 11h, a cerimônia de inauguração da Pista Leste da Via Mangue surpreendeu pela pontualidade. O evento conta com a presença de autoridades, entre elas a presidente Dilma Rousseff, o governador Paulo Câmara, os ministros das Cidades, Gilberto Kassab, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro; além dos últimos prefeitos do Recife, João da Costa, João Paulo e Roberto Magalhães, que foram convidados.

O trecho de cerca de 4,5km vai da Rua Antônio Galvão até a Manoel de Brito com o objetivo de ligar a zona sul ao centro. São sete acessos, três faixas, sendo duas de tráfego e uma de acostamento, ciclovia além da faixa azul em parte da avenida domingos ferreira. A faixa leste da via mangue irá absorver trinta por cento dos veiculos da avenida boa viagem e quinze por cento da conselheiro aguiar.

Mas nem tudo será festa. Os movimentos Vem pra Rua e Brasil Livre organizam um ato simbólico contra a presidente durante a cerimônia protocolar.

Um grupo de produtores de cana de açúcar também está no local para setor cobra a lei da subvenção econômica, que garante R$ 12 ao produtor por tonelada fornecida durante o auge da seca. Dos cerca de 30 mil agricultores, 90% recebe menos de um salário mínimo com o plantio. O presidente da União Nordestina de Produtores de Cana (Unida), Alexandre Andrade Lima, afirma que a agricultura familiar está definhando:

Quem também é alvo de criticas na inauguração da pista leste da Via Mangue é o prefeito Geraldo Julio. Os servidores municipais prometem chamar a atenção com um apitaço. A categoria não aceita o reajuste de 0% apresentado em mesa de negociação com os trabalhadores. O diretor do Sindicato que representa os trabalhadores, Clínio Oliveira, reclama da falta de diálogo:

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