TRANSPORTE PÚBLICO

Por enquanto, metrô do Recife descarta reajuste no valor do bilhete considerado o mais barato do Brasil

Enquanto isso, o Governo do Estado acumula uma dívida superior a R$ 50 milhões com a CBTU, o que compromete a qualidade do transporte

Da Rádio Jornal
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Publicado em 21/01/2016 às 6:29
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Foto: Diego Nigro/Arquivo JC Imagem


O último aumento na tarifa do metrô do Recife ocorreu em 2012, quando o preço passou de um R$ 1,50 para R$ 1,60. No mesmo período, as tarifas de ônibus já passaram por quatro reajustes, incluindo o de 2016. O Anel A, por exemplo, saiu de R$ 2,00 para R$ 2,80 e o Anel B, passou de R$ 3,10 para R$ 3,85.

O problema é que o Governo do Estado acumula uma dívida superior a R$ 50 milhões com a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), responsável pela gestão do Metrorec. O valor equivale ao repasse das verbas do Vale Eletrônico Metropolitano (VEM) no Sistema Integrado.

Mais de 600 mil usuários utilizam diariamente as linhas Centro, que se divide em dois ramais e vai até Camaragibe e Jaboatão; e Sul do metrô do Recife. O assessor de comunicação do Metrorec, Salvino Gomes, afirma que a dívida do Grande Recife Consórcio de Transporte prejudica a população.

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