CARNAVAL

Foliões resistem e não querem que o carnaval termine em Olinda e no Recife

E depois da quarta-feira de cinzas os apaixonados pela folia de momo aguardam ansiosos pelos próximos dias de Carnaval

Da Rádio Jornal
Da Rádio Jornal
Publicado em 10/02/2016 às 14:22
Leitura:
Foto: Clarissa Siqueira / Rádio Jornal

Nem a chuva que caiu logo cedo nesta quarta-feira de cinzas, nem as vassouras dos garis que limpavam as ladeiras de Olinda e o Marco Zero do Recife, impediram que os foliões aproveitassem os últimos minutos do carnaval. A quarta-feira ingrata chegou rápido demais para quem amanheceu na capital pernambucana aproveitando o show do orquestrão, comandado pelo Maestro Spok que recebeu no palco principal da festa diversos artistas pernambucanos, a exemplo de Claudionor e Nono Germano, Nena Queiroga e Ayrton Montarroios.

Nas ladeiras de Olinda a programação dos que "não queriam que a festa terminasse", começou cedo com o bloco do mungunzá de Zuza Miranda e Thaís, que há 21 anos dá forças a quem deseja aproveitar a festa, distribuindo gratuitamente mais de cinco mil copinhos de mungunzá. “O folião já bebeu todas durante o Carnaval e para encarar o Bacalhau do Batata, vai tomar o mungunzá para aguentar” contou Zuza Miranda.

Mas o mungunzá foi só uma entrada para o bacalhau. O bloco mais tradicional da quarta-feira de cinzas, o Bacalhau do Batata, arrasta centenas de foliões nas ruas do Sítio Histórico.

Confira a reportagem de Clarissa Siqueira:

Mais Lidas