#XÔAEDES

Em Pernambuco, mutirões de combate ao mosquito Aedes aegipty seguem a todo vapor

Lançamento do programa em Pernambuco contou com a participação da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello

Da Rádio Jornal
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Publicado em 15/02/2016 às 6:07
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Foto: Suellen Fernandes/Rádio Jornal


A partir desta segunda-feira (15), mais de 3 mil militares das forças armadas visitam bairros do Grande Recife para orientar as pessoas sobre o combate ao mosquito. Além de orientar moradores, eles vão divulgar o trabalho em escolas da rede pública e particular.

No último sábado, o governo federal lançou o Dia Nacional de Mobilização Contra o Mosquito Aedes aegipty em todo o Brasil, que faz parte da campanha #ZikaZero. Em Pernambuco, o programa contou com a participação da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.

Ao lado dos militares, ela percorreu diversas casas no bairro de Jardim São Paulo, na Zona Oeste do Recife, para conversar com a população. A ministra aproveitou para convocar os pernambucanos a se engajarem na guerra ao mosquito.

Em uma das casas visitadas, a ministra ouviu queixas da costureira Rosali Ferreira sobre o combate ao Aedes aegipty. Falando com a ministra, dona Rosali pedia mais investimentos na área de saneamento, além do desenvolvimento de uma vacina.

O mutirão do último sábado contou com a participação de 7 mil militares do Exército, Marinha e Aeronáutica. O governo pede que a população coopere para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegipty evitando deixar água parada.

Para isso, é importante tampar e limpar reservatórios de agua, pratinhos de plantas e até as calhas das residências. Hoje, as doenças transmitidas pelo Aedes aegipty são a dengue, febre chikungunya e o zika. Até os anos 1970, o inseto também transmitia a Febre Amarela. Só nas 3 primeiras semanas do ano, mais de 700 pessoas contraíram a dengue e outras 100 a febre chikungunya em Pernambuco.

NA CONTRAMÃO - Enquanto todo mundo se mobiliza para combater o Aedes, a Cidade do Paulista faz um gol contra no que se refere ao assunto. Ontem, durante o jogo do América contra o Central, no Estádio Ademir Cunha, era possível ver vários pontos de água parada nas arquibancadas e na beira do gramado. Nós procuramos a Superintendência de Vigilância em Saúde da Prefeitura do Paulista, mas ninguém atendeu às nossas ligações.

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