CRIME

Polícia prende suspeitos em ponto de desmanche de motos em Jaboatão dos Guararapes

Agora o objetivo é desmanchar o outro braço da quadrilha, formado por três homens encarregados de realizar os furtos

Da Rádio Jornal
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Publicado em 18/02/2016 às 15:00
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Delegado Diego Acioli
Foto: Rafael Carneiro/ Rádio Jornal

Em um ferro velho de Cavaleiro em Jaboatão de Guararapes, na Região Metropolitana do Recife, a polícia confirmou um esquema de receptação e desmanche de motocicletas.

A RT Motos de propriedade de Rebeca Guedes de oliveira, de 28 anos, funcionava há 1 ano e 6 meses e policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos já tinham visitado o estabelecimento e não confirmaram as suspeitas na oportunidade.

Desta vez, a dona e o mecânico Willians Batista dos Santos, de 26 anos, foram autuados em flagrante por receptação qualificada, como explica o titular da roubos e furtos de veículos, Diego Acioli. “Nós costumeiramente realizamos incursões em estabelecimentos comerciais, sempre realizando fiscalizações e no dia 16 nós nos deslocamos até esse estabelecimento. E lá chegando através de fiscalizações, de perícias realizadas ainda no local nós conseguimos identificar dois quadros de motocicletas furtadas e efetuamos a prisão do Willians e posteriormente Rebeca”, contou.

Rebeca encomendava as motos e Willians desmontava as motocicletas para revender as peças. Agora o objetivo é desmanchar o outro braço da quadrilha, formado por três homens encarregados de realizar os furtos.

Confira os detalhes na reportagem de Rafael Carneiro:

No flagrante foi possível encontrar os chassis de uma moto Honda CB 300 cilindradas, placa PFH-4623 furtada no dia 27 de janeiro no Recife e uma CG/Fan 150 de placa OYL - 4627 e peças desmontadas.

O delegado Diego Acioli esclareceu ainda que quem compra produtos de origem duvidosa pode ser considerado receptor. “Quando uma pessoa compra qualquer objeto e tendo conhecimento que se trata de objeto oriundo de ilícito essa pessoa passa a cometer também o crime de receptação. Porém caso a pessoa compre uma determinada peça, mas não tenha esse conhecimento ela perde essa peça, que será apreendida e ela não responderá por nada, será tratada como vítima”, explicou.

Outra dica do responsável pela especializada é exigir nota fiscal e desconfiar de produtos com valores abaixo de mercado.

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