GUERRA AO AEDES

Estudantes do Recife também participam do Dia de Mobilização Nacional da Educação contra o Aedes

A proposta é que o encontro, que também acontece em diversos outros estados e municípios, seja realizado em todas as 308 escolas e creches da capital pernambucana

Da Rádio Jornal
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Publicado em 19/02/2016 às 15:29
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Foto: Clarissa Siqueira | Rádio Jornal


Dez escolas da Rede Municipal de Ensino do Recife receberam os oficiais e sargentos do Exército Brasileiro no Dia Nacional de Mobilização Contra o Aedes Aegypti. O grupo orientou os alunos sobre o combate ao mosquito transmissor dos vírus causadores da dengue, chicungunya e zika, com palestras e apresentações de vídeos.

A proposta é que o encontro, que também acontece em diversos outros estados e municípios, seja realizado em todas as 308 escolas e creches da capital pernambucana, para os 84 mil estudantes da rede.

A primeira instituição de ensino a receber o exército foi a Escola Municipal Octávio de Meira Lins, no Alto Nossa Senhora de Fátima, no bairro de Vasco da Gama, zona Norte do Recife. O sargento Raphael Moreira conversou com os alunos e falou que espera que os alunos e pais se conscientizem. “E que os estudantes levem esse conhecimento para repassar para todo bairro, para que a gente possa extinguir esse problema da Zika, Dengue e Chucungunya no estado”, disse.

Na ocasião, três estudantes da escola também apresentaram o trabalho que fizeram sobre “O acumulo de lixo no Alto Nossa Senhora de Fátima e a incidência de casos de dengue na comunidade”. O projeto, que recebeu menção honrosa na feira de ciências do estado, no mês de dezembro, vai ser apresentado, no mês de março, na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, da Universidade de São Paulo. João Marcos Falcão, de 14 anos, foi quem realizou o trabalho com mais dois colegas de turma. “Esse projeto foi desenvolvido dentro da escola, mas para toda a comunidade.”, contou.

Os 600 estudantes do local terminaram o encontro munidos de panfletos e muita informação para conscientizar a comunidade sobre a água parada, onde o mosquito se reproduz.

Confira a reportagem de Clarissa Siqueira:

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