MEIO AMBIENTE

Unesco e Governos Federal e Estadual trabalham em área de Suape para melhorar questões socioambientais

Os técnicos vão até a região de Suape com o objetivo de melhorar problemas sociais e ambientais no local

Da Rádio Jornal
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Publicado em 14/03/2016 às 14:23
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Assinatura do acordo de cooperação técnica do Governo do Estado com o Ministério
das Relações Exteriores e a Unesco - Foto: Clarissa Siqueira/ Rádio Jornal


Os municípios do Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife, começam nesta terça-feira (15) a receber equipes da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). Os técnicos vão até a região de Suape com o objetivo de melhorar problemas sociais e ambientais no local, provocados pela expansão industrial com a instalação do complexo portuário.

O governo do estado, entre os anos de 2011 e 2014, fez um mapeamento de Suape, no qual foram apontados desmatamentos e construções de casas irregulares, por exemplo. Um dos locais críticos encontrado é o Parque Armando Holanda Cavalcanti, onde os trabalhos da Unesco devem começar.

A ação faz parte do Pacto por Suape Sustentável, projeto criado em 2011. Nesta segunda-feira (14), para dar início das atividades, foi assinado o acordo de cooperação técnica do Governo do Estado com o Ministério das Relações Exteriores e a Unesco.

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, fala sobre o pacto por Suape sustentável. “Vamos iniciar uma série de ações. Inicialmente, com a recuperação total e a entrega à população do parque dentro de políticas de sustentabilidade que garantam todo o patrimônio histórico, cultura e ambiental que tem”, disse.

Foram investidos um R$ 1,2 milhão reais no convênio. O representante da Unesco, Fábio Eon, detalha como vão ser os trabalhos. Confira os detalhes na reportagem de Clarissa Siqueira:

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Tiago Norões, mais de 400 casas foram construídas irregularmente só no Parque Armando Holanda. As moradias devem ser retiradas ainda este ano.

O convênio do estado com o Ministério das Relações Exteriores e a Unesco tem duração de dois anos.

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