Especialistas debatem gravidade das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti

Para profissionais, surto de dengue, zika e chicungunha, transmitidas pelo Aedes aegypti, era só uma questão de tempo

DEBATE

Da Rádio Jornal


Enquanto o Brasil é assustado pela força do mosquito Aedes aegypit, o mundo começa a temer a redução drástica das abelhas. Os insetos que fazem bem e mal para a sociedade e as conseqüências no meio ambiente foram o tema do debate das 11 horas da “Super Manhã” desta quarta-feira (09).

O programa, conduzido pelo comunicador Geraldo Freire, reuniu nomes que são referências na área. Participaram do debate, o fitoterapeuta Celerino Carriconde, dedetizador e médico veterinário Disraeli Patrício e o biólogo Robson Garrido.

Foram elencados como principais causadores do surto de Aedes aegypit, a piora da condições climáticas, avanço do processo de urbanização, falta de saneamento básico, desmatamento, além de uma população que se alimenta mal e tem baixa defesa imunológica.

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