IMPEACHMENT

Comissão de impeachment no Senado movimentada entre momentos de divergência e concordância

Clima no Senado é ora de bate-boca, ora de acordos

Rádio Jornal
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Publicado em 28/04/2016 às 8:15
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Senador Humberto Costa (PT-PE) já participou de diversas confusões no Senado, mas concordou com escolha de testemunhas. Foto: Diego Nigro/JC Imagem


Os governistas e a oposição continuam se estranhando na comissão especial de impeachment no Senado. Em meio a momentos de discussão e bate-boca, os aliados da presidente Dilma Rousseff continuam chamando o processo de golpe e isso não agrada os senadores com opinião contrária. Também há, porém, instantes de entendimento, como quando foram aprovados os requerimentos para que sejam ouvidas a acusação e defesa, além de testemunhas como dirigentes do Banco do Brasil e os ministros da Fazenda, Nelson Barbosa, e da Agricultura, Kátia Abreu.

Já a presidente Dilma ainda encontra energia para defender o mandato dela com unhas e dentes em público. Na noite da última quarta-feira (27), ela fez um discurso duro na Conferência de Direitos Humanos. "Vocês sabem muito bem que esse processo tem um pecado original. Esse pecado original é o presidente da Câmara", disse, referindo-se ao deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Cunha, inclusive, minimizou as críticas da presidente e disse que Dilma não governa mais. Para ele, é hora de esperar o próximo governo. Nesta quinta-feira, a comissão do impeachment no Senado vai abrir espaço para pronunciamento da acusação. Saiba mais no flash de Romoaldo de Souza:

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