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Delação de Cerveró aponta irregularidades de Dilma, Fernando Collor e até filho de FHC

Supremo Tribunal Federal quebrou o sigilo da delação premiada de Nestor Cerveró, que acusa a presidente eleita de ter conhecimento sobre o processo da Refinaria de Pasadena

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Publicado em 03/06/2016 às 9:47
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Foto: Reprodução


Poucos escaparam do depoimento do ex-diretor da área Internacional da Petrobrás, Nestor Cerveró. Ele tinha o que falar da presidente eleita Dilma Rousseff ao ex-presidente Fernando Collor, e até do filho do também ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Na delação, ficou acordado que o ex-diretor vai devolver mais de R$ 18 milhões aos cofres públicos e entrar em prisão domiciliar a partir de 24 de junho.

O sigilo da delação premiada foi suspenso na última quinta (2) pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Sobre Dilma, Cerveró afirmou que a presidente afastada sabia dos detalhes da compra da Refinaria de Pasadena, no Texas, Estados Unidos, como também sabia que políticos do PT recebiam propinas da Petrobrás. A compra da refinaria causou um prejuízo de mais de R$ 1 bilhão e meio ao País.

Cerveró também acusou o ex-presidente e atual senador Fernando Collor de Mello de receber R$ 20 milhões em propina por meio do empresário Pedro Paulo Leoni Ramos, que foi ministro de Assuntos Estratégicos no Governo Collor. O ex-diretor da Petrobrás contou, também, que entre 1999 e 2000, na gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ele recebeu orientação para fechar contrato com uma empresa ligada ao filho de FHC. Saiba mais no flash de Romoaldo de Souza:

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