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Um ano após morte de Maria Alice, expectativa pelo julgamento do assassino

O assunto foi tema da coluna A Cidade e o Cidadão com o jornalista Felipe Vieira nesta segunda-feira (20)

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Publicado em 20/06/2016 às 16:24
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Foto: Reprodução

Após um ano da morte da jovem Maria Alice Seabra, 19 anos, assassinada brutalmente pelo padrasto Gildo Xavier. O assunto foi debatido na coluna A Cidade e o Cidadão com o jornalista Felipe Vieira nesta segunda-feira (20).

A jovem sumiu no dia 19 de junho de 2015 e o corpo só foi encontrado no dia 24 de junho. Ela foi violentada e assassinada por Gildo Xavier em um crime premeditado, movido pelo desejo sexual que ele sentia pela garota desde que Maria Alice tinha 16 anos.

Confira todos os detalhes na coluna:

Gildo Xavier está preso aguardando julgamento. O juiz da comarca de Itapissuma, Romero Aquino, disse que já queria ter colocado o assunto em pauta, mas um fator está dificultando o processo: o crime aconteceu em Itapissuma, então o julgamento tem que ser na cidade.

Mas as testemunhas são de várias outras cidades e precisam ser ouvidas nas determinadas comarcas através de carta precatória, instrumento que o juiz de uma comarca utiliza para pedir ao magistrado de outra comarca para que ele ouça o depoimento da testemunha.Das dez cartas precatórias, faltam duas serem executadas.

Ele irá a júri popular e por ser réu confesso dificilmente irá pegar penas pequenas. Ele vai ser julgado por estupro, homicídio triplamente qualificado – feminicídio, motivo torpe e sem chance de defesa para a vítima – e também por ocultação e mutilação de cadáver.

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