A Cidade e o Cidadão

Gigantes das bebidas anunciam fim de refrigerantes nas escolas

Ouça a coluna “A Cidade e o Cidadão”, desta quarta-feira (22), e entenda sobre obesidade infantil e a suspensão das vendas de refrigerantes nas escolas.

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Publicado em 22/06/2016 às 23:41
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Imagem Ilustrativa

Que refrigerante faz mal à saúde das crianças, isso não é novidade. Mas você sabia que as “gigantes” das bebidas, como a Coca-Cola, Ambev e Pepsi anunciaram um acordo para a mudança na política de vendas de refrigerantes nas instituições de ensino? Esse foi o tema abordado nesta quarta-feira (22), na coluna “A Cidade e o Cidadão”, comandando por Graça Araújo, que teve a participação da repórter especial de educação do JC, Margarida Azevedo, e da nutricionista Lussandra Galindo.

A partir de agosto de 2016, as empresas não venderão refrigerante para crianças de até doze anos de idade nas escolas, alegando que os menores não têm maturidade para escolher se refrigerante é, ou não, uma bebida que faz bem à saúde. No lugar dos refrigerantes, as empresas vão comercializar: água, suco 100% da fruta, água de coco e bebidas lácteas. De acordo com a repórter Margarida Azevedo, a obesidade infantil no Nordeste é de 28%, entre as crianças de cinco a nove anos. Confira na integra:

O problema da obesidade vai além dos refrigerantes, mas a ação pode diminuir e muito esses índices, como explicou a nutricionista Lussandra Galindo. “A gente sabe que não é só o refrigerante. Mas vai ajudar a fazer com que os pais se conscientizem que refrigerante não é bom para as crianças”, finalizou.

Margarida Azevedo alertou que a medida das empresas não assegura o controle da distribuição, visto que as cantinas podem comprar bebidas em supermercados e outros estabelecimentos. Na semana passada, um projeto de lei que proíbe as vendas nas escolas da educação básica foi aprovado pela Comissão de Seguridade Social e Família.

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