MARCHA DA MACONHA

Marcha da Maconha promove discussão sobre uso medicinal do canabidiol

Uso do canabidiol por portadores de epilepsia em Pernambuco foi um dos pontos defendidos pelos manifestantes no último domingo

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Publicado em 27/06/2016 às 10:41
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Evento contou com a presença de familiares de pacientes que precisam do uso medicinal da erva. Foto: Reprodução/Facebook Aliança das Mães e Famílias Raras (AMAR)


A chuva na tarde do último domingo (26) não espantou os manifestantes que saíram da Praça do Derby, área central do Recife, e foram até o Pátio de Santa Cruz, na Boa Vista, em mais uma edição da Marcha da Maconha. Em 2016, o ato encerrou o Primeiro Encontro Nacional de Coletivos e Ativistas Antiproibicionistas, evento realizado no campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Com faixas e cartazes, o grupo, formado em sua maioria por jovens, defendia a legalização da maconha como alternativa até de renda para os agricultores. A Marcha foi palco, também, de manifestações como "Fora Temer" e de combate à violência contra a mulher.

Participaram da caminhada familiares de pacientes portadores de epilepsia, que defendem a liberação do medicamento com base na maconha. A substância produzida a partir da cannabis é utilizada, também, em casos de câncer e esclerose múltipla. Uma das coordenadoras da Marcha, Ingrid Farias, diz que a legalização deve ocorrer através de um amplo debate:

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