INVESTIGAÇÕES

Polícia Federal deflagra quatro operações em uma mesma manhã

As operações Saqueador, Tabela Periódica, Rios Voadores e Inkjet II investigam desvios em vários setores

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Publicado em 30/06/2016 às 10:29
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Quinta-feira marcada por ações da PF. Foto: JC Imagem

Na manhã desta quinta-feira (30), quatro operações da Polícia Federal estão em curso no país. A Operação Saqueador prendeu no início da manhã o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, no condomínio de luxo em que mora, em Goiânia. A operação visa prender pessoas envolvidas em uma esquema de lavagem de R$ 370 milhões em verbas públicas.

Já a Operação Tabela Períodica, apura fraudes na construção das Ferrovias Norte-Sul e Integração Leste-Oeste. São cumpridos 44 mandados de busca e apreensão e 14 mandados de condução coercitiva em Goiás e mais oito unidades da federação. As buscas acontecem nos estados de Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais, Ceará, Paraná, Bahia e Espírito Santo.

Outra operação deflagrada na manhã desta quinta é a Rios Voadores, que desarticula uma organização criminosa especializada em desmatamento ilegal e grilagem de terras públicas federais no Estado do Pará. A ação é conjunta com o Ministério Público Federal, Receita Federal e o Ibama.

A operação Rios Voadores corre no distrito de Castelo dos Sonhos, em Altamira, no sudoeste do Pará, Novo Progresso, na mesma região paraense e ainda em São Paulo, Santa Catarina, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. De acordo com a Polícia Federal, o objetivo da quadrilha era o desenvolvimento de atividade econômica agropecuária, após arredamento das terras usurpadas.

A quarta operação do dia é a Inkjet II, contra uma quadrilha de falsificação de moeda nacional. Todo mês, R$ 100 mil falsos eram enviados a partir de Porto Alegre para todo o Brasil.

Estão sendo cumpridos dois mandados de prisão preventiva, dois de busca e apreensão e dois de condução coercitiva nas cidades de Porto Alegre, Osório (RS) e Guapó (GO).

Segundo a PF, um grupo de criminosos montou um esquema de fabricação caseira de notas falsas, que distribuía para diversas regiões do país. Em Goiás, um jovem negociava em redes sociais o dinheiro fabricado em Porto Alegre.

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