OPINIÃO

Efeitos da crise na produção e nos empregos no debate da Super Manhã

Participaram o presidente municipal do PSDB, André Régis, o ex-deputado federal Paulo Rubem Santiago e o presidente da Fiepe, Ricardo Essinger

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Publicado em 04/07/2016 às 13:16
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Foto: Rafael Souza/ Rádio Jornal

A indefinição presidencial, desemprego, Operação Lava Jato e seus efeitos na economia. Como e quando vamos sair da crise? Governo, posição e empresariado comentaram o assunto no debate da Super Manhã desta segunda-feira (4).

Os convidados foram o presidente municipal do PSDB, André Régis, o ex-deputado federal Paulo Rubem Santiago e o presidente da Fiepe, Ricardo Essinger.

O presidente da Fiepe acredita que é preciso uma reforma na legislação trabalhista. “Nós precisamos ter uma modernização da nossa legislação trabalhista. Não é tirar direito dos nossos trabalhadores, mas sim aprimorar e atualizar porque nós temos uma legislação da década de 1940”, comentou.

Para André Régis, é importante aproveitar o momento de crise para repensar o Brasil. “No ponto de vista do empresariado, nós precisamos melhorar o ambiente de negócios, fazer com que seja mais fácil a atividade empresarial”, disse, acrescentando que isso ajudaria a gerar empregos e a criação de riquezas.

Paulo Rubem Santiago diz que a produção e o trabalho no Brasil têm influências muito ruins. “Eu considero que a influência mais perigosa é do sistema financeiro. Nós temos hoje uma das taxas de juros mais altas do mundo”, contou. “Quando a gente fala de crise na produção e na oferta do emprego, a gente não está falando de crise para o sistema financeiro. Os grandes bancos brasileiros têm batido taxas recordes de lucro acima da média dos bancos internacionais nos seus países de origem”, avaliou o ex-deputado.

Confira os detalhes no debate:

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