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A polêmica dos ônibus sem cobradores na coluna A Cidade e o Cidadão

Implantação da bilhetagem e retirada da figura do cobrador é um processo gradual pelo qual já passaram várias cidades do país, afirma NTU

Rádio Jornal
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Publicado em 19/07/2016 às 17:13
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Linha TI Abreu e Lima / TI Macaxeira opera, em fase de teste, sem cobradores
Foto: acervo JC Imagem


Na coluna A Cidade e o Cidadão, desta terça-feira (19), Graça Araújo conversou com a repórter do Jornal do Commercio, Roberta Soares, sobre a proposta de retirada dos cobradores dos ônibus e a implantação do bilhete eletrônico. A medida está sendo estudada pelo Grande Recife Consórcio de Transporte como resposta aos constantes assaltos aos coletivos. A expectativa é que com a diminuição da circulação de dinheiro nos ônibus, as investidas de criminosos diminuam.

Marcos Bicário, diretor-executivo da Associação Nacional das Empresas de Transporte Urbano, explica que a implantação da bilhetagem e retirada da figura do cobrador é um processo gradual pelo qual já passaram várias cidades do país. Um dos exemplos é a cidade de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, que já fez a transição há cinco anos, por recomendação do Ministério Público, e registra importante queda no número de assaltos.

Um dos principais pontos contra à proposta é a preocupação com a figura do cobrador, que seriam demitidos. Ouça coluna na íntegra:

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