POLÍCIA

“Se ele atravessasse a fronteira, não encontraríamos mais a menina”, disse Gleide Ângelo

A delegada de Olinda, Gleide Ângelo, responsável pelo caso da garota que foi seqüestrada pelo pai foi entrevistada nesta manhã no Passando a Limpo

Da Rádio Jornal
Da Rádio Jornal
Publicado em 26/07/2016 às 12:19
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Foto: JC Imagens

A delegada Gleide Ângelo foi entrevistada nesta terça-feira (26) no Passando a Limpo da Rádio Jornal e detalhou o caso da garota que foi raptada pelo pai e recuperada no Amapá. A delegada, de Olinda, conta que conseguiu encontrar Janderson Rodrigo Salgado de Alencar através dos taxistas que levava ele até os locais e a ajuda de delegados e policiais, das cidades por onde passavam, como Pará e outros.

Quando Janderson foi encontrado, Gleide tentou dialogar, colher informações e acredita que ele premeditou toda a ação e seqüestrou a menina porque queria se vingar da mãe, Cláudia Cavalcante. Durante os 13 dias longe do Recife, segundo relato dos taxistas, a menina só comia biscoito e dormia. Quando foi encontrada, a garota estava fraca, depois de se alimentar melhor, ficou mais ativa. Eles andavam cerca de 1000 quilômetros por dia.

“Por pouco iríamos ficar sem a criança, ele pretendia ir para Guiana Francesa, se ele atravessasse a fronteira, não veríamos mais a menina, faltou pouco”, disse Gleide. “Ele jamais foi negado de ver a criança, passou sete meses sem vê-la porque quis, vai responder na justiça, uma pessoa que ama não expõe a criança dessa forma”, completou a delegada que foi responsável pelo caso.

Confira a entrevista completa:

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