HÁ SETE MESES

Caso Carlinhos será investigado pelo Grupo de Operações Especiais

A Polícia Civil de Pernambuco designou o GOE para dar continuidade no caso do menino desaparecido.

Rádio Jornal
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Publicado em 27/07/2016 às 6:51
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Foto: Reprodução


Enquanto a pequena Júlia, que ficou desaparecida por 15 dias, está nos braços da servidora pública, Cláudia Cavalcante, outra mãe espera, sem respostas, para reencontrar o filho desaparecido.

Situações semelhantes com desfechos diferentes. Sete meses após o desaparecimento do menino Carlinhos, o caso segue sem solução.

Ele e a irmã foram passar o natal do ano passado com o pai, o empresário argentino Carlos Attias, mas apenas a menina foi devolvida aos cuidados da mãe.

A mãe de Carlinhos, a fisioterapeuta Claudia Boudoux desabafa sobre a falta de informações sobre o paradeiro do filho e faz um apelo para que seu caso não seja esquecido. Faz sete meses e não tem uma novidade que possa levar até Carlinhos. Eu acredito que a Polícia quando quer ela encontra sim", disse a fisioterapeuta, afirmando que não há informações sobre o filho. "Em sete meses, o que mais ouvi foi para ter calma. Eu não consigo mais ter calma", contou a mulher, solicitando a participação da delegada Gleide Ângelo no caso.

Na tarde desta quarta-feira (27) o chefe da Polícia Civil de Pernambuco, o delegado Antônio Barros designou o Grupo de Operações Especiais (GOE) para dar continuidade à investigação que será coordenada pelo delegado Francisco Océlio. O caso ainda vai contar com o apoio da Assessoria e Auxílio do Departamento de Polícia da Criança e do Adolescente e ainda da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco.

Confira os detalhes na reportagem de Caroline Santos:

Quem tiver informações sobre o caso pode entrar em contato com o Disque Denúncia de Pernambuco pelo telefone 3421.9595 ou pelo site www.disquedenunciape.com.br.

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