ASSALTO

Polícia acredita que quadrilha que explodiu caixa na Procuradoria da Fazenda já tenha atuado em Pernambuco

Grupo fortemente armado explodiu caixa na Procuradoria. Houve troca de tiros, mas nenhum homem foi capturado

Rádio Jornal
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Publicado em 02/08/2016 às 16:12
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Foto: Bobby Fabisack / JC Imagem


Ainda não há prazo para serem concluídas as análises nos laboratórios da Polícia Federal em Pernambuco das impressões digitais, cápsulas de fuzis 556, AR 15, e pistola, além das imagens das câmeras de segurança deixadas pelos suspeitos durante a invasão, na madrugada desta terça-feira (2), à Procuradoria Regional da Fazenda Nacional, na Avenida Agamenon Magalhães, no bairro do Espinheiro, na Zona Norte do Recife.

Na ação, pelo menos cinco homens explodiram o caixa eletrônico do Banco do Brasil, localizado no térreo do prédio, e deixaram um rastro de destruição e medo. Com a investida, teto, vidraçaria, luminárias, recepção e guarita do local ficaram danificados, e por isso ainda não há previsão de quando o expediente da procuradoria deve voltar a funcionar. A procuradora Raquel Barros orienta que quem precisa dos serviços para quitar dívidas com a União deve procurar a Receita Federal:



Quem mora próximo à Avenida Agamenon Magalhães relata que viveu um início da manhã de terror. De acordo com testemunhas, por volta das 4h40, os suspeitos chegaram ao local em um carro preto, já atirando com fuzis e pistolas. Foi quando uma viatura da Polícia Civil passou pela Avenida e houve troca de tiros. Ninguém ficou ferido. Os suspeitos ainda conseguiram explodir o caixa e fugir no carro, abandonando o veículo, que tem placa do estado de São Paulo, na Rua do Cupim, no bairro das Graças

A investigação do caso está sob responsabilidade da Força Tarefa da Polícia Civil e da Polícia Federal. Peritos do Instituto de Criminalística e da Polícia Federal estiveram na procuradoria ainda na manhã desta terça e fizeram análises do local. Há a suspeita de que a quadrilha já tenha explodido outros caixas eletrônicos no Estado. A Defesa Civil do Recife esteve no prédio da Procuradoria e não apontou riscos a edificação.

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