ASSASSINATO

Família de Artur Eugênio pede sensibilidade de jurados no julgamento de acusados

Médico Artur Eugênio foi assassinado em 2014. O corpo dele foi encontrado às margens da BR-101

Rádio Jornal
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Publicado em 01/09/2016 às 15:12
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A duas semanas do início do julgamento do caso Artur Eugênio, cirurgião torácico encontrado morto às margens da BR-101 com quatro disparos de arma de fogo, a família e o advogado dos familiares falaram sobre os mais de dois de espera pela condenação dos envolvidos. Entrevista coletiva foi concedida nesta quinta-feira (1º).

Inicialmente a Polícia Civil tratou o caso como latrocínio, roubo seguido de morte, já que Artur Eugênio Azevedo teve o carro roubado e carbonizado. Mas no curso das investigações o delegado Guilherme Caraciollo descobriu uma ligação do crime com o também cirurgião e ex-sócio Cláudio Amaro Gomes.

Para o advogado assistente de acusação, Daniel Lima, a motivação se deu por desavenças profissionais e perdas financeiras.

Rafael Carneiro tem os detalhes:

Neste julgamento, vão para o banco dos réus o filho do cirurgião Cláudio Amaro, o Cláudio Amaro Filho e Lyferson Barbosa da Silva, apontados como executores materiais do crime.

Familiares concederam uma entrevista coletiva nesta quinta-feira
Foto: Rafael Carneiro/ Rádio Jornal

Cláudio Amaro Gomes, que além de ter sido sócio, foi professor da vítima e chegou a usar esta relação para prejudicar a carreira do aluno, entrou com recurso de impedimento junto com outro suspeito, Flávio Braz de Souza e por isso não vão participar deste júri popular que inicia no dia 14 deste mês no fórum de Jaboatão dos Guararapes. Jaílson Duarte César, o quinto suspeito foi morto durante uma operação policial.

Com a data de encontro agendada esposa, pai e a mãe de Artur Eugênio vimem momentos de ansiedade. Maria Avani de Azevedo veio de Campina Grande para acompanhar de perto este momento e falou pela primeira vez sobre a possibilidade de ficar frente a frente com os acusados.

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