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Enquanto Temer minimiza protestos, OAB questiona impeachment no Supremo

Partidos da base aliada também entraram com recurso no STF sobre fatiamento do processo de impeachment

Maria Luísa Ferro
Maria Luísa Ferro
Publicado em 05/09/2016 às 8:25
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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Michel Temer disse neste domingo (4), durante viagem à China, que os protestos pacíficos serão sempre bem-vindos, mas afirmou que o governo não pode tolerar os protestos violentos pelas ruas do Brasil contra o governo dele e contra os rumos da economia. Segundo Temer, os protestos de junho de 2013 começaram a fracassar após os atos de vandalismo.

Já aqui no Brasil, um grupo de juristas analisa pedido da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) a decisão do Senado em fatiar o Impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, que significa a divisão da votação de cassação dos direitos políticas e afastamento definitivo. O presidente da OAB, Claudio Lamacchia, afirma que não descarta a hipótese de entrar com recurso no Supremo Tribunal Federal, já que a Constituição é clara e não permite o fatiamento do processo.

Na última sexta-feira (5), partidos aliados do Governo Temer entraram com recurso contra o fatiamento do Impeachment no Supremo Tribunal Federal. Assinam o documento representates do DEM, Solidariedade, do PMDB e PSDB.

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