CASO ADRIANO EGITO

Reconstituição é fundamental para caso do motorista morto por PMs

Adriano Egito foi morto em abril de 2014, após furar blitz e ser perseguido por duas viaturas da PM, que alvejaram o motorista com 10 tiros. Após o resultado da perícia, o julgamento dos PMs será marcado

Rádio Jornal
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Publicado em 05/10/2016 às 7:36
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Foto: Caroline Santos/Rádio Jornal

O Instituto de Criminalística deve apresentar em 10 dias o resultado da reconstituição do acidente e execução do jovem Adriano Egito Santiago Ramos, em abril de 2014. Adriano foi morto após furar uma blitz no bairro da Madalena, quando foi perseguido por duas viaturas da Polícia Militar até o bairro da Afogados e foi atingido por 10 tiros. Os policiais José Thiago Martins de Souza e Diego Fernando Silva de Lima foram indiciados pelo crime. Na noite desta terça-feira (4), os peritos atuaram para esclarecer lacunas.

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JULGAMENTO ADIADO

O julgamento, que deveria acontecer em maio deste ano, foi adiado a pedido do promotor de justiça do Ministério Público de Pernambuco, Edgar Brás. Ele entendeu que ainda faltavam informações importantes para o desfecho do caso e pediu a reconstituição do crime. Após a divulgação dos resultados periciais, será marcado um novo julgamento dos policiais.

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