Conselheira do TCE diz que situação financeira de Pernambuco é preocupante

Entenda no Audiência Marcada desta sexta-feira (25)

AUDIÊNCIA MARCADA

Rádio Jornal

Foto: Rádio Jornal 

O Audiência Marcada desta sexta-feira (25.11) abordou as finanças de Pernambuco e dos municípios. A conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Teresa Duere foi a entrevistada de Ednaldo Santos. O programa também contou com a presença do editor de Política do Jornal do Commercio, Gilvan Oliveira. O secretário estadual de Planejamento e Gestão, Márcio Stefanni, não compareceu ao debate sob alegação da necessidade de fazer parte de uma reunião convocada horas antes do programa pelo governador Paulo Câmara. 

 A conselheira Teresa Duere, que já foi deputada estadual, destacou na abertura do Audiência Marcada- tomando como exemplo o pedido de demissão do ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira, envolvido em denúncias-, que o Brasil está passando por um momento histórico. “Há uma ebulição de um país que requer mudanças. É um momento saudável para a nação”, enfatizou. 

Teresa Duere afirmou que o secretário Márcio Stefanni é um excelente técnico, colabora efetivamente para o Governo do Estado e, por isso, a ausência dele fez falta no programa. Ela disse que os dados levantados pelo TCE a respeito de Pernambuco são preocupantes. “No último fim de semana eu fiz uma viagem e observei que a seca é desesperadora no Agreste e a gente fica dedicando tempo para tratar de pedidos de saídas de secretários”, revelou. Enquanto isso, ela informa que Pernambuco é o 2.º estado da Federação em desemprego e só perde para o Amazonas.  

 A conselheira explicou que a situação é difícil, mas muita coisa é creditada a crise. “Eles criam taxa de lixo e é por causa da crise”, condenou. 
Mesmo apontando falhas no serviço público do Estado, Teresa Duere enfatizou que Pernambuco tem números positivos, como a diminuição da mortalidade infantil e o melhor IDEB do Brasil. 

No tocante aos municípios, a conselheira criticou os prefeitos que gastam de R$ 800 mil a R$ 1 milhão em shows. “Os prefeitos reclamam da crise e da seca, mas gastam muito”. 

Ouça o Audiência Marcada na íntegra:
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