Coronel da Polícia Militar defende extinção das torcidas organizadas

O comandante do Batalhão de Choque criticou ainda a liberação de bebidas alcoólicas nos estádios. Debate da Super Manhã discutiu insegurança das torcidas

OPINIÃO

Rádio Jornal

Foto: Rádio Jornal

No último sábado (26), os fãs do futebol acompanharam cenas lamentáveis de torcedores invadindo o campo da Arena de Pernambuco, durante partida em que o Náutico perdeu por 2 a 0 para o Oeste

Mas há anos que os casos de violência envolvendo torcedores assustam os apaixonados por futebol e afetam também quem não gosta da modalidade.

Nesta quarta-feira (30), para discutir a insegurança das torcidas, Geraldo Freire recebeu o Coronel Luiz Meira, diretor de segurança da Federação Pernambucana de Futebol, Ailton Alfredo de Souza, ex-juiz do torcedor e assessor especial da presidência do TJPE, e o Coronel Ricardo, comandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar.

O Coronel Ricardo reclamou da liberação das bebidas alcoólicas nos estádios e acredita que é possível acabar com as torcidas organizadas. "Tem que extinguir. Não tem como se fazer nada com esse pessoal de torcida organizada", disse, exemplificando como medida para prevenir a violência. "Extinção da segurança que é dada para as torcidas organizadas saírem de determinado local da cidade do Recife para o estádio. Isso é absurdo. Se tira um efetivo enorme de uma unidade especializada para estar tomando conta de maloqueiro", criticou firmemente. 

Confira os detalhes no debate: 

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