SAÚDE

Consultório: confira as novas orientações sobre a Chikungunya

Janeiro é um mês propício para a proliferação do Aedes Aegypti. Saiba o que fazer para diminuir os índices das arboviroses no Consultório desta terça.

Rádio Jornal Rádio Jornal
Rádio Jornal
Rádio Jornal
Publicado em 03/01/2017 às 18:37
Leitura:

Janeiro é o mês com maior índice de casos de arboviroses devido às oscilações de sol e chuva, que tornam o ambiente propício para a proliferação do mosquito Aedes Aegypti. No Consultório desta terça-feira (3), a comunicadora Clarissa Siqueira recebeu o pesquisador da Fiocruz Dr. Carlos Britto e a infectologista Drª. Sylvia Hinrichsen para dar novas orientações sobre a Chikungunya, ressaltando o que fazer para diminuir os índices da doença e como conviver com ela. As outras arboviroses transmitidas pelo mosquito, a Zika e a Dengue, também receberam destaque no programa.

Ouça o programa desta terça-feira (3) na íntegra:

De acordo com a infectologista, as pessoas não ficam ligadas à manutenção de fatores que evitam a doença durante a virada do ano. "O meu foco é pedir para que as pessoas olhem ao seu redor, não só em suas casas, mas na rua. Somos acostumados a nos preocupar quando a doença chega, precisamos rever um pouco essa ideia e estar sempre se prevenindo de tudo. É essencial a vigilância permanente", disse.

Para o pesquisador da Fiocruz, os governantes, a população e os profissionais da saúde são os três pilares necessários para vencer a batalha contra o mosquito, pelo menos a médio prazo. "A responsabilidade é de vários envolvidos. Os governantes precisam investir na melhoria de condições de vida da população, em saneamento básico, em água encanada. Assim como os profissionais de saúde também precisam participar da capacitação", opinou.

Guia

Um dos principais problemas para pacientes com é a demora no diagnóstico. Pensando nisso, o Ministério da Saúde lançou um guia para ajudar os médicos a deixar o tratamento mais seguro. Cuidar do Aedes faz parte da vida da gente, pois ele gosta do ambiente que moramos. No entanto, temos que fazer com que ele nem se torne um mosquito. Ou seja, impedir, em sete dias, que as larvas transformem-se em mosquitos.

Mais Lidas